<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>leia mulheres &#8211; Universo dos Livros</title>
	<atom:link href="https://universodoslivros.com.br/tag/leia-mulheres/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://universodoslivros.com.br</link>
	<description>Grupo Editorial</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Oct 2019 20:08:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2024/10/FaviconUni-150x150.jpg</url>
	<title>leia mulheres &#8211; Universo dos Livros</title>
	<link>https://universodoslivros.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mulheres escritoras: A trajetória de grandes autoras na literatura</title>
		<link>https://universodoslivros.com.br/mulheres-escritoras-a-trajetoria-de-grandes-autoras-na-literatura/</link>
					<comments>https://universodoslivros.com.br/mulheres-escritoras-a-trajetoria-de-grandes-autoras-na-literatura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[relacionamento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 20:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[autoras nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[leia mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[literatura feminista]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres autoras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://universodoslivros.kinghost.net/?p=1421</guid>

					<description><![CDATA[Uma das perguntas essenciais para começarmos a discutir o papel da mulher na literatura nacional e internacional é: Quantos livros escritos por mulheres você leu recentemente? E de autoras brasileiras? Quando pensamos em quantas mulheres já lemos nos tempos recentes, nem sempre é fácil citar mais que uma ou duas autoras. Isso por que um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma das perguntas
essenciais para começarmos a discutir o papel da mulher na literatura nacional
e internacional é: Quantos livros escritos por mulheres você leu recentemente?
E de autoras brasileiras?</p>



<p>Quando pensamos em
quantas mulheres já lemos nos tempos recentes, nem sempre é fácil citar mais
que uma ou duas autoras. Isso por que um dos tristes fatos é que as mulheres
têm mais dificuldade em serem publicadas.</p>



<p>Segundo o <em>VIDA Count – Women In Literary Arts</em>, uma
pesquisa que quantifica a porcentagem de mulheres com resumos publicados nos
jornais em circulação dos EUA, <strong>apenas
dois</strong> deles ( o <em>Granta</em> e <em>o Poetry</em> ) tiveram <strong>50% ou mais</strong> obras de mulheres divulgadas. E esse descaso com
grandes autoras não se restringe ao países estrangeiros.</p>



<p>Escritoras de renome <em>como Clarice Lispector, Cora Coralina,
Carolina de Jesus</em> e tantas outras grandes mulheres da literatura nacional
têm mais reconhecimento lá fora do que aqui no Brasil.</p>



<p>E para alterarmos o
cenário atual, precisamos entender melhor a história por trás da pouca
representatividade das mulheres na literatura. Venha conhecer um pouco da trajetória
e das grandes contribuições das mulheres na literatura mundial?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pseudônimos,
antigos companheiros&#8230;</h2>



<p>É muito difícil saber
por onde começar quando se trata das mulheres na literatura, mas que tal
falarmos um pouco sobre os pseudônimos? Eles, que vêm acompanhando a trajetória
de muitas grandes autoras. Você sabia que algumas delas ainda evitam usar seus
nomes completos e reais por acharem que os seus livros serão menos vendidos?</p>



<p>O uso de pseudônimos por
autoras é ainda muito comum, mas tudo começou quando publicações escritas por
mulheres eram vistas como forma de transgressão. O papel da mulher antigamente
era restrito ao lar. Qualquer coisa que saísse do mundo doméstico era malvista
por toda a sociedade. Algo bem diferente do que vemos hoje em dia.</p>



<p>Ou seja, uma mulher que
publicasse seu livro expondo sua identidade feminina, arriscava-se a ser
criticada não só pela sociedade, mas também por familiares, amigos e todo o seu
círculo social.</p>



<p>Muitas delas recorriam
ao uso de pseudônimos para que pudessem ser publicadas sem ter que lidar com um
convívio social turbulento. E, claro, para evitar que houvesse qualquer tipo de
preconceito com o seu livro, já que até hoje existem preconceitos com livros
escritos por autoras. </p>



<p>Além disso, era raro que
algum editor resolvesse publicar um livro escrito por uma mulher. A ideia era
vista como extremamente transgressora e os livros costumavam vender muito mal,
já que o público leitor não acreditava no poder intelectual feminino.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A questão do anonimato</h2>



<p><em>&nbsp;“Mas por que não publicar em
anonimato?” </em></p>



<p>Isso era até possível no
século 18, quando a noção de autoria de um livro não era tão importante.</p>



<p>Um exemplo do uso do
anonimato na época é autora <em>Jane Austen</em>,
que publicou todas as suas obras sem revelar a sua identidade<strong>. </strong>A autora de romances famosos como <em>Orgulho e Preconceito</em>, <em>Emma</em> e <em>Persuasão,</em> utiliza da ironia em todas as suas obras, o que tornou
seus romances populares até os dias atuais.</p>



<p>Mas continuando sobre a
questão da autora, foi apenas depois do século 19 que as coisas mudaram.</p>



<p>Veja bem, antes do
século 18 o autor ficava em segundo plano quando se tratava de livros. Mas a
partir do 19, a escrita se tornou uma atividade renomada. Com isso, o público
leitor deram mais importância aos autores, que só por terem um nome já estabelecido
no mercado, vendiam muitos livros. Romances ganharam renome e não eram
meramente gêneros quaisquer. Então, culturalmente ficou mais difícil para os
autores publicarem anonimamente. E isso inclui as mulheres.</p>



<p>As <strong>irmãs Brontë</strong>, famosas autoras de <em>O morro dos Ventos Uivantes</em> e <em>Jane
Eyre</em>, escondiam sua identidade feminina sob o pseudônimo Irmãos Bell. O
medo de serem alvo de preconceito pela sua escrita <em>não tão feminina assim</em> para os padrões da época era grande. Foi
isso que não permitiu que as irmãs assumissem logo de cara a autoria dos seus
livros. </p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="720" height="605" src="http://167.71.165.171/wp-content/uploads/2019/10/irmas-bronte.png" alt="" class="wp-image-1423" srcset="https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/irmas-bronte.png 720w, https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/irmas-bronte-300x252.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Irmãs Brontë</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Livro
de “mulherzinha”: existe isso?</h2>



<p>E por falar em <em>“jeitos de escrever femininos”</em>, vamos
continuar nossa discussão partindo do ponto de vista dos gêneros literários.
Ainda hoje, há quem espalhe por aí um dos preconceitos mais antigos da
história: <strong>mulheres só escrevem livros
sobre amor, romances e com finais dramáticos</strong>.</p>



<p>Uma informação não
poderia estar mais errada&#8230;</p>



<p>Claro que existem
grandes autoras de <em>best sellers</em>
dedicados a contar histórias de amor. A escritora <strong>Nora Roberts</strong> é uma delas. A norte americana já publicou mais de 200
obras. Muitos desses romances ficaram em primeiro na lista dos mais vendidos do
<em>New York Times</em>&#8230; Porém, não podemos
esquecer que existe uma diversidade infinita quando procuramos por temáticas e
gêneros literários de obras escritas por mulheres.</p>



<p>Autoras renomadas de
livros de ficção e mistério, inclusive, são muito comuns. <strong>Agatha Christie</strong>, por exemplo, é uma das romancistas de maior renome
do século XX. E o foco dos seus livros <strong>passam
bem longe</strong> de histórias de amor. Um dos grandes sucessos de Christie<em>, Um Crime no Expresso Oriente</em>, é um
romance policial cheio de suspense e mistérios, que deixam o leitor apreensivo
a cada página do livro.</p>



<p>Ainda falando de grandes
autoras<strong>, Ursula Le Guin</strong> precisa ser
citada. Suas obras são voltadas para a ficção científica e, além de escritora,
a estadunidense também publicou poemas e é editora literária. Sua maior obra, <em>A mão esquerda da escuridão</em>, é uma
ficção científica que explora não só questões políticas, mas também de gênero e
sexualidade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="720" height="556" src="http://167.71.165.171/wp-content/uploads/2019/10/ursula-le-guin.png" alt="" class="wp-image-1424" srcset="https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ursula-le-guin.png 720w, https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ursula-le-guin-300x232.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Ursula Le Guin</figcaption></figure>



<p>Além dessas duas grandes
mulheres na literatura, existem muitas outras autoras de livros de ficção,
terror, suspense, fantasia e outras tantas temáticas.</p>



<p>Só para começar, devemos
citar <strong>Anne Rice</strong> e <strong>Mary Shelley</strong>, rainhas do terror e
ficção científica, <strong>J.K. Rowling</strong>,
autora de livros de fantasia e infanto-juvenis que ficarão pra sempre na
memória mundial, <strong>Kathryn Stockett</strong>,
autora de <em>The Help</em>, que relata a vida
de empregadas domésticas negras nos Estados Unidos&#8230;. E a lista continua
infinitamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E as brasileiras? Grandes autoras nacionais!</h2>



<p>Você sabia que uma das
primeiras publicações brasileiras feita por mulheres é do século 19? As
brasileiras já estavam publicando sem usar pseudônimos antes mesmo de alcançarem
o voto feminino. E, claro, não sem enfrentar dificuldades em todo o processo.</p>



<p>Começamos pelo fato de
que a escrita só era incentivada em lares ricos, ou seja, reservada para as
mulheres da alta classe brasileira. E não por que os pais das jovens gostassem
da ideia de ver o nome da filha em uma publicação. Uma mulher que escreve era
bem vista sim, mas apenas como um acréscimo ao currículo de etiquetas e artes.
Apenas para servir de adorno.</p>



<p>Tendo esse cenário em
mente, vem a importância da leitura de uma das primeiras escritoras negras
brasileiras publicadas não só em âmbito nacional, mas que teve seu livro
traduzido em mais de 14 países&#8230;</p>



<p><strong>Carolina de Jesus</strong> não só fez um enorme sucesso
com o seu livro <em>Quarto de Despejo</em>,
mas também é um dos marcos na literatura feminina no nosso país. A obra
descreve a vida em uma das favelas de São Paulo e todo o sofrimento atrelado a
sua condição social. Foi traduzida em diversas línguas e é uma das maiores
escritoras brasileiras conhecida internacionalmente. E essa é só uma das tantas
outras grandes brasileiras no mundo da literatura&#8230; Rachel de Queiroz, Cora
Coralina, Ana Cristina César, Clarice Lispector e tantas outras estão aí para
provar o nosso talento nacional.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="720" height="556" src="http://167.71.165.171/wp-content/uploads/2019/10/carolina-de-jesus.png" alt="" class="wp-image-1425" srcset="https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/carolina-de-jesus.png 720w, https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/carolina-de-jesus-300x232.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Carolina de Jesus</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Mulheres na literatura atual</h2>



<p>E para os leitores que
acham que não existem grandes autoras contemporâneas, não poderiam estar mais
enganados.</p>



<p>Apesar de todas as
dificuldades de publicação, as mulheres estão cada vez mais quebrando os
parâmetros das editoras. Algumas delas promovem a mudança da visão do público
atual sobre as publicações femininas.&nbsp; </p>



<p>Começando pela poetisa e
escritora <strong>Rupi Kaur</strong>, que teve seu
livro de poesias entre os mais vendidos da Amazon, tanto na categoria de poesia
quanto na de literatura canadense. Além de tudo isso, a autora esteve na lista
de <em>best sellers</em> do <em>New York Times</em>. Rupi começou a publicar
seus textos na internet e, com isso, ganhou muitos leitores antes mesmo antes
de publicar seu livro sob o nome de uma editora.</p>



<p>O evento da internet e
da democratização dos livros através dos ebooks torna a batalha mais simples
para as mulheres escritoras. O livro pode ser publicado antes mesmo que uma
editora o aceite. Fora a facilidade de lançamento, se o livro ficar bem
posicionado nas vendas, isso pode atrair a atenção de possíveis editores.</p>



<p><em>“E no âmbito nacional? Onde estão as autoras contemporâneas
brasileiras?”</em></p>



<p>Uma autora que fez
sucesso com suas publicações online é a alagoana <strong>Catarina Muniz</strong>, que lançou seu primeiro livro em 2012. Seus
romances históricos, como <em>A Madona e a
Vênus</em>, levam o leitor a viajar pela história da Itália através das
descobertas dos personagens em suas próprias histórias.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="http://167.71.165.171/wp-content/uploads/2019/10/catarina-muniz-autora.png" alt="" class="wp-image-1426" srcset="https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/catarina-muniz-autora.png 720w, https://universodoslivros.com.br/wp-content/uploads/2019/10/catarina-muniz-autora-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Catarina Muniz</figcaption></figure>



<p>Mas infelizmente, essas
mulheres foram a exceção e não a regra. As escritoras brasileiras ainda
percorrem um longo e árduo caminho até conseguirem o tão sonhado
reconhecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dificuldades de publicação no Brasil</h2>



<p>Mesmo que, segundo uma
pesquisa recente do IBGE, mais de 50% do público leitor brasileiro seja
feminino, as mulheres não são, nem de longe, as mais lançadas no mercado
editorial brasileiro.</p>



<p>Os obstáculos para
mulheres na área da publicação são recorrentes. E isso ocorre por que os
grandes cargos que influenciam a decisão de publicação são ocupados por homens.
Até mesmo os cargos de crítica literária são, na sua maioria, de homens. Por
isso, a alta literatura também não costuma estar aberta ao advento das
publicações de mulheres. Esse fato se reflete quando damos uma olhada na<strong> Academia Brasileira de Letras</strong>, onde
dos 40 membros que ocupam uma cadeira, apenas 4 são mulheres.</p>



<p>Além disso, o público
masculino continua bastante reservado sobre essa questão. Infelizmente, quando
um homem vê que um livro foi escrito por uma mulher, costuma nem sequer ter
mais vontade de levar a publicação para casa.</p>



<p>O coletivo <em><a href="https://www.facebook.com/mulheriodasletras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Mulherio das Letras (abre numa nova aba)">Mulherio das Letras</a></em> apresentou em 2017 um levantamento mostrando que nos principais veículos de resenhas literárias nacionais, os livros de autoras ocupam apenas metade do espaço que é ocupado por homens. Com apenas metade do espaço de reconhecimento, as mulheres enfrentam o mercado editorial.</p>



<p>Além disso, as autoras
ainda enfrentam o próprio desencorajamento. Poucas são representadas nas
prateleiras dos livros&#8230;O que leva a maioria a desistir da carreira de
escritora. Elas acabam por achar que os próprios escritos não são dignos de
publicação e é assim que perdemos futuras grandes autoras brasileiras.</p>



<p>Acostumadas a ouvirem
que os seus livros são <em>“para garotinhas</em>”,
ou na gíria inglesa, <em>“chick lit”</em>, as
mulheres se calam frente aos preconceitos e escondem obras que poderiam ser o
próximo <em>best seller</em> do ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que tal ler uma mulher? </h2>



<p>Apesar de todos esses
empecilhos, de pouco em pouco, o mercado vai abrindo as portas para as
escritoras. Recentemente, livros de autoras mulheres estão começando a serem
amplamente divulgados&#8230; Por elas mesmas!</p>



<p>Em contrapartida a todo
esse caos literário na vida das escritoras, surgiram iniciativas das próprias
mulheres para acabar de vez com a exclusão das publicações femininas.</p>



<p>Uma dessas iniciativas é o <em><a href="https://leiamulheres.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="#LeiaMulheres (abre numa nova aba)">#LeiaMulheres</a></em>, que começou em São Paulo e decidiu que era hora das mulheres serem conhecidas. O movimento tem como proposta principal divulgar as obras de escritoras e criar um clube de leitura.</p>



<p>E atrelado ao machismo,
sempre vem outros tipos de preconceito. Por isso, uma dessas iniciativas tem
uma proposta mais específica.</p>



<p>O clube <em><a href="https://www.facebook.com/lendomulheresnegras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Lendo Mulheres Negras (abre numa nova aba)">Lendo Mulheres Negras</a></em>, criado em 2016, tem como proposta combater não só o machismo, mas também o racismo entre as publicações atuais. Além de abrir espaço para a divulgação de escritoras, o clube também dá espaço para que as mulheres negras tenham as suas publicações lidas.</p>



<p>Há outras tantas
iniciativas por aí de mulheres inconformadas com a situação das escritoras
nacionais e internacionais, mas que tal você começar a mudar esse aspecto?</p>



<p>Nós citamos diversas
autoras ao longo do post, de vários gêneros literários diferentes. Escolha pelo
menos uma e leia! Lembre-se que um dos desafios das autoras ainda é alcançar
reconhecimento do público. Por isso é tão importante que os clubes de leitura de
autoras existam. São eles que fazem com que mais pessoas conheçam as autoras,
leiam seus livros e discutam sobre elas.</p>



<p><strong>Vamos tornar nossas grandes autoras populares e reconhecidas! </strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://universodoslivros.com.br/mulheres-escritoras-a-trajetoria-de-grandes-autoras-na-literatura/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
